Natal


Natal é amor e não existe Amor Proibido, apenas pessoas incapazes de amar.
Distraidamente vagueio pelas ruas sem significado. Porque a iluminação me consegue fazer olhar para ela, admiro-a, não sem antes pensar no quanto nos pode custar. Que tudo custa ao contribuinte! A pensar assim, a vida seria ainda mais fastidiosa para alguns.
Mas porque se aproxima o Natal, nem em tal coisa se pensa, porque tudo quanto se vê nos faz esquecer a realidade e quase vivemos num mundo de magia.
E vagueio pelas ruas contando cantigas de anjos voando ao som de trombetas.
A melodia contém sinos repicando e OH oh ohs do velho, já avô ou bisavô, mas que ainda consegue ser Pai Natal. Aqui e ali a mesma melodia inclui risos de crianças misturados com surpresas e cantigas infantis.
E, porque cheira a azevinho com pinheiro, respira-se um Natal de muita fantasia, para acabar no dia, dentro de um sapatinho, colocado, por amor, pertinho da chaminé.
Etiquetas: Natal
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