poesia

e desbravo terra com suor de sangue,
minh'alma encaminha este arado
abrindo sulcos, tornando-me exangue.
... e faço sementeira de amor
em cada grão, adubando a terra
p'ra esperança surgir. E dobro
o corpo, força só anímica
que percebo no íntimo do ser.
Julgo-me arado, charrua ou
enxada que fecunda a terra
perfumando o seu pobre coração.
Etiquetas: arado
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