descerei

interior desfeito e oco sem presença, ao limite irei em segurança vou e
descerei a alma até aqui onde o tudo e o nada o sim e o não são nim
no fundo da bruma um nome risco de ilusão sentida de verdade em mim
descerei ao fundo e ver-te-ei na chama viva na dádiva de um consolo
naquele abraço vivido de saudade no cumprimento que parece tolo
e descerei p'ra me encontrar contigo naquele abismo que limite julgo
e penso vida e sonho além na ponta da escrita que entendo vulgo
e descerei ...
Etiquetas: Madeira
1 Comentários:
A propósito da vossa viagem à Madeira estive a rever as minhas fotos do ano passado e de facto é lindo!´
Não tenho alma de poeta mas esta beleza suscita-me belos pensamentos que depois não sei verter para o papel!
Vou-me deliciando pois, com os escritos de quem sabe!
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