poesia
de ternura; entreguei-te dias contra
o teu respirar; dormi num mar de espuma
envolta numa aposta que ganhei. Tornei
a aventurar meu ser bem contra o teu
num jogo de disputa de sorte ou de azar.
... e arrisco com suor a escrita desta
folha, confio, acredito e perco
a aposta, porque me sinto desiludida.
Tento renascer numa Primavera qualquer
onde a folhagem nova e verde nos dá
esperança e força para recomeçarmos.
Joguei contigo esta vida recheada
não ganhei, não perdi mas sinto
na carne cada vez mais que a vida
se joga em promessas e desenganos.
Etiquetas: jogo
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