Poesia
DE: ANTÓNIO NOBRE

Serenidade, serena idade
Ai, quem ma dera no coração
a grande noite da claridade
Uma sincera saudação
Não ser o silêncio, não ser coada
Voz do saber, polpa de livro
Ter um armário de risos brandos
Um sonho apenas, dúctil e vivo.
Serena idade, serenidade
Talhada em ónix, ou amassada
De madrugada, de liberdade
Na liberdade da madrugada.
Serenidade, serena idade
Ai, quem ma dera no coração
a grande noite da claridade
Uma sincera saudação
Não ser o silêncio, não ser coada
Voz do saber, polpa de livro
Ter um armário de risos brandos
Um sonho apenas, dúctil e vivo.
Serena idade, serenidade
Talhada em ónix, ou amassada
De madrugada, de liberdade
Na liberdade da madrugada.
Etiquetas: serenidade
0 Comentários:
Enviar um comentário
Subscrever Enviar feedback [Atom]
<< Página inicial