quarta-feira, 23 de julho de 2008

caneta

Arranjei uma "pen" de bico amarelo, corpo azul, manípulo e suporte vermelho. Como devem imaginar, bonita e ainda por cima, vejam lá, escreve tão bem!
Seja no que for, o belo é sempre belo aos olhos de quem o conseguir ver, pois já hoje estive numa das maiores empresas bancárias do país, que tem estado em remodelação e cuja estética ou decoração, a meus olhos, é péssima. Mas há gostos e gostos ... E alguns até pecam pela insensibilidade.
Mas voltando ao belo - este também tem que se cultivar, penso eu, de todas as maneiras possíveis. Aprender a ver belo numa frase ou num texto é a mesma coisa que saber descobrir belo numa escultura, num óleo ou quadro com outra técnica, ou naquele que prima, pelo menos, por 4 mudanças por ano, que, no meu entender, nos leva a milhões de milhões de descobertas do belo. Assim queiramos. Porque em tudo a nossa vontade manda e não sabendo dizer "nim", diz directamente "sim" ou "não". Enfrentarmos a vontade dói sempre muito. Essa dôr é contrariedade e ninguém gosta de sofrer.

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segunda-feira, 21 de julho de 2008

Brincando


Baptizaram-no de ASUS. Para mim não passa de "toy". É um brinquedo de corda. Não trabalha sem ela, senão experimentem. Este meu toy até que nem é ignorante. Não julguem que me obedece a tudo. Manhoso, às vezes tenho que procurar novos percursos, ou seja, enganá-lo, para me obedecer. Outras vezes foge-me para onde não quero, trata-me por menos letrada e, vejam lá, não consigo educá-lo, nem dar-lhe uma palmada. Desta vez, imaginem, fotografei-o, mas quando quis que figurasse neste espaço, o tipo mandou-me para lá ir a mim. Malandrinho, malandro ! Só me sabe chatear. Mas hei-de tentar para a próxima, não acham? Só visto! Ter como companhia uma coisa (leiam bem) repito, uma coisa que não faz o que lhe mando. Vou tornar a tentar, eu não acredito nisto!
Então fui ou não fui capaz? Ele não pode mandar mais que eu, ora essa!

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