sábado, 15 de maio de 2010

mais SABOREAR


E mais cheiro a Primavera

E esta temperatura que n/ levanta!

Para o próximo mês já é Verão e não se conseguem tirar os Kispos. Ainda me arrefecem mto os pés, ainda durmo de sapatinhos de lã quentes e 2 cobertores. O sol já entra bem nos meus quartos ... às vezes apetece-me dizer que a falta de calor é falta de amor, de convivência, de gente em casa. A solidão em que vivo é gélida, mas sou quase obrigada a viver nela. Não encontro gente tão disponível como eu. Toda a gente tem marido, filhos e netos a tratar ... e, portanto, não têm vagar para convívios. A vida tornou-se complicada!

E lá me vou eu alimentando do verde relvado do parque. Faz-me descansar.


E hoje (10.05.13) chove de mansinho. Em Fátima está o Papa e uma grande multidão de fiéis. Irei ver pela TV, pois não consigo estar em multidões. Às vezes só de as ver pela TV sinto falta de ar. Como o meu organismo é tão esquisito!
E já estou no SABOREAR. É um sabor de café c/ cheiro a terra molhada e verde da relva. Como devem calcular, é único. Hoje, graças a Deus, nem a música ligaram e, porque o Governo deu tolerância de ponto, o movimento é mto menor na cidade. Mas chuvisca! E que havemos de fazer?
Já comi a minha torradinha. Soube-me bem. O café é sempre temperado de cheiros primaveris e com o esvoaçar das andorinhas e dos patos. Também há crianças a correr.
E vou continuando aqui, enquanto me apetecer.

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Ando mto preocupada com tudo.
1º a possível ou impossível venda da casa da Assenta. A minha ansiedade é mto grande. Queria que tudo acontecesse num, ápice. Sei que é impossível, mas segurar este stress é difícil. Mas, nesta data (2010.12-20) a casa está vendida, escritura feita e daqui deixou de haver preocupações.
2º A diabetes e as heranças.
Ontem numa revista da especialidade reparei que, na zona da Benespera, os terrenos estão avaliados em 150€/m2. Era de esperar tão baixo valor. Há um lote de 301m2 para urbanizar. Nesta área constroem ali uma boa vivenda. E o lote fica por menos de 50 mil €. É das tais coisas tudo quanto temos tem pouco valor. Tirando os prédios do centro da cidade, ou o lote das Lameirinhas, tudo é pouco.
Há interessado no souto e na vinha. Tenho que procurar papéis para conhecer estas áreas. E depois disponibilizar-me para ir para a Guarda uns dias. Também, neste aspecto, e na data acima referida, as coisas se vão fazendo muito devagar, é certo, mas até já se venderam coisas.
Quanto à diabetes, nada há a fazer.

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diariamente

Hoje (28/04) levantei-me + bem disposta, mto embora esteja sempre preocupada com a minha doença crónica. Mas pronto. Acordei, agradeci a Deus a luz de + um dia, mas como acordei mto depois das 8h, já não fui à missa.
Vi o meu correio electrónico e deparei que precisava de pagar a totalidade da minha ida a Barcelona. E pensei fazê-lo hoje.
Então arranjei-me e fui tratar desses assuntos. Repus 10€ na familiar e 712 € no INATEL.
Agora vim comer a minha torradinha, vestida já mto descapotavelmente e soube-me, como sempre, mto, mas mto bem.
Também tenho que passar pela advogada. São 20 para as 11, ficarei aqui ainda mais um pouco e depois passarei por lá a marcar consulta e pagar.
À tarde, a partir das 15h terei comigo o Jorge. Faço isso com mto gosto. Embora saiba que é um grande risco. É uma criança de 1 ano e, nestas idades, são mto amorosos. Mto mais tarde é que são um pouco chatos. É o caso do Miguel. Anda há 3 anos na Escola e já aprendeu disparates demais.
Hoje, no parque, os jardineiros acertam a relva de carrinho. Acho--lhes piada! E o cheiro, para mim, é mto agradável. Estas passadeiras verdes do campo da Várzea descansam, alimentando a nossa mente. E apetece-me estar, estar, estar...
Está mto calor, mas, no SABOREAR está fresquinho. O pior de tudo é a música alta destas colunas. Não havia necessidade!

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sábado, 25 de abril de 2009

Uma nova Primavera

09.04.21
Acordou cinzento este meu despertar. A vida, descobri-a no cantar redobrado de um rouxinol que mora bem perto e cedo acordou. Bendisse o dia que, mais uma vez, venceu a escuridão silenciosa da noite.
Fez-me bem um duche morno na expectativa de sair de casa, pois, em breve, (suponho) brincarei com o sol.
Não renovei toilete e, num pulo, estou na rua. O meu carro passou a noite ao relento e está húmido de cabeça. Mas nunca diz que não à minha vontade. E lá vou eu, às vezes sem destino, mas procurando, na real, o sonho que me ocupou de noite. E tudo é verde dourado e tudo brilha de cumprimento amistoso para o começo de um novo dia.
Na rua, um pequeno almoço de tosta de queijo com café, espraiando olhares de grande verdura e perfume. Nada bole, a calma é muito extensa. Até o céu, deixou de ter as célebres manchas que nos atormentam de todo, ficou azul. A neblina continua, mas talvez se vá dissipando aos poucos.
Como me sabe bem este lugar!
Como é bom estar aqui!

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