sexta-feira, 25 de julho de 2008

passeando

Chucha-mel muito cheiroso
Fotos de Fonseka

cevadilha rosa

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terça-feira, 22 de julho de 2008

amores

Foto de Fonseka UMA JARRINHA DE AMORES
Tenho na minha sala de estar uma jarrinha de amores.
Cada um representa mesmo um amor. Que trato por "amor" aquele que me parece querer-me bem. É difícil, mas ...
E têm nomes...
Uns parecem focinhitos de gatos, outros parecem muito apaixonados pelo seu tão lindo roxo de olhar amarelinho quase imperceptível; outros ainda são bordeaux aveludado tisnados de amarelo. São os meus olhares, aqueles que, gostando de mim, me sabem bem até criticar.
Ao poder de recurso vou tirando algum já mais passado e colocando outro mais fresquinho. E a jarrita revive de beleza cada vez que se lhe põe nova água fresquinha, se lavam os pés dos amores (senão...hum..hum...hum...) e se voltam a colocar no sítio.
Quero acreditar que ainda sinto bem o amor de alguns alguéns e só assim vou mantendo lindos amores no jardim e na jarra desta minha vida.

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petúnias

Fotos de Fonseka





De carrinho de mão empurro meus sentidos ao canteiro de petúnias dobradas que encontrei.



OS OLHOS (visão), deram-me a conhecer o seu lado botânico, o seu colorido afectuoso, a dobragem da sua corola, a beleza desta passadeira como conjunto. Até o exemplo necessário ao mundo : " A UNIÃO FAZ A FORÇA" que neste caso faz mais original o belo.



AS MINHAS MÃOS (tacto) deram-me a sensação de tecido aveludado e tenro a necessitar pouco que lhes mexam. Tal a sua fragilidade. Até a segurança das suas raízes à terra merece, dos visitantes, todo o cuidado e pouco apalpar.



OS MEUS OUVIDOS (audição) imaginam talvez a célebre "Primavera" suponho que... de Bach que me apetecia inserir aqui, mas que a ignorância me não deixa fazer.



À MINHA BOCA (gosto) apetece-lhe a doçura desse canteiro e molho os lábios onde, por sugestão, eu sinto doce.



O MEU NARIZ (olfacto) sorve o seu perfume tão suave e singelo, quase imperceptível. Por acaso acho que, de tão suave, se perde um pouco pela sobreposição do cheiro da relva fresca acabada de acertar, que delimita o canteiro.



No meu carrinho de mão e pensando num canteiro igual que gostaria de ter no meu jardim, vou carregando e descarregando, na terra utilizada, no adubo necessário, no carinho com que o jardineiro as trata, no efeito obtido, todo o meu sentir.
E abriu-se a minha mente após o descanso do guerreiro.
Hoje desejo cheiro de algumas petúnias em molho plantadas como canteiro.
Hoje desejo, como elas, sorrir ao sol de uma manhã fresquinha cheiinha de luz.
Hoje desejo semear alegria num rosto sério de ilusão.
Hoje e sempre desejo comunicar.

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domingo, 25 de maio de 2008

antúrios brancos


Este, o meu Bom dia de hoje. Achei este arranjo encantador, E cá estão as nossas ilhas queridas.

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sexta-feira, 23 de maio de 2008

amor perfeito

Ando no jardim. Arranco ervas, procuro caracóis malvados, tiro folhas e flores velhas e, querem lá saber? Achei humildes e selvagens violetas que não resisti à tentação de cortar e colocar numa pequena jarrinha em cima da minha secretária Achei-as, porém, tristitas e, pensando melhor, voltei ao jardim. Talvez precisassem de companhia, como tantas vezes a dona. E, reparei que este amor perfeito me pediu para acompanhar na jarra, as pobres violetas. mas, ó meu Deus! No meu jardim, até as flores me falam! Fiz-lhe a vontade, cortei-o e coloquei-o no meio daquelas meninas. E por fim de fantasia, não é que as violetas sorriram?

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hortenses




Durante todo o ano ou quase, basta chegar ao jardim ou a uma varanda, para me considerar a viver nas pérolas que são as nossas ilhas. As estrelícias visitam-me quase durante todo o ano. As camélias, em pleno Inverno e agora, vejam! Tenho uma profusão de hortenses de variado colorido. Não sei porquê, essas da foto ficaram desmaiadas, mas são bem encarnadas. Também as tenho rosa e até azuis, só que estão um pouco mais atrasadas. Sei que as há até brancas. Não conheço a origem delas nem das estrelícias, das camélias sei. Mas hei-de ir investigar, com tempo. E viajar pelas belezas naturais, dá cá um gozo, que só visto.


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terça-feira, 20 de maio de 2008

árvore florida



Durante o meu passeio matinal e percorrendo uma distância que vai da estrada ao convento do Varatojo, encontrei esta árvore de espanto. É uma árvore enorme, cheia de flores amarelas. O seu nome não o sei. Se alguém mo quiser dizer, caso saiba, ficar-lhe-ei muito grata.


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domingo, 18 de maio de 2008

bolbos floridos





Não sei o nome desta planta. Vivia no meu jardim, mas como era petisco dos caracóis, tive de a colocar noutro lado.

Consegue ter todas as folhas roídas ??? deles. E a uma sua irmã, como não dei conta, até o pé redondo lhe cortaram. Eu sei que eles precisam de comer, mas as minhas flores ! NÃO! NÃO! NÃO!

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Jacarandás

Queridos jacarandás!

Querido jacarandá florido!

Muito utilizado na urbanização urbana, esta árvore é ornamental e de inigualável beleza. Segundo alguns, nasceu no Brasil, de onde se exportou para a África e Europa. Aliás a sua propagação é feita através de sementes contidas nos frutos (verdadeiras cápsulas de madeira). Cápsulas essas que, depois de exteriorizarem as sementes, se podem utilizar artesanalmente para a confecção de lindas flores.

Lisboa tem algumas avenidas vestidas de roxo, nesta altura. Quando se vai à Feira do Livro de Lisboa no Parque Eduardo VII, pode observar-se a beleza de algumas. E aqui no Oeste também.

É pelos fins de Maio que esta árvore nos comunica a chegada do Verão, já que ela aprecia imenso o seu calor. Ou não tenha ela vindo de países tão quentes!

Mas atenção! Cuidado! Ela detesta carros estacionados debaixo dela. Vinga-se cobrindo-os com flores velhas, cuja tinta estraga muito a pintura dos carros.

E não há bela sem senão.

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sábado, 10 de maio de 2008

sábado

Cá temos um novo sábado, com pouco sol, chuvinha e vento. Cá temos os amantes do desporto matinal,as donas de casa carregadíssimas, as crianças felicíssimas porque, pelo menos uma vez por semana, têm pais que as tragam para o parque e que brinquem com elas. Pelo menos uma vez por semana largam as filas, os bibes, os chapelitos todos da mesma côr e as formalidades. Limitadas á liberdade ad limite, sujeitas e muito a todas as adversidades, acho-as um pouco infelizes, comparando-as, se bem posso, com a infância que tive. Mas pronto, serão felizes à maneira das possibilidades da vida de hoje.
Gostaria, mas quem sou eu para gostar ou desgostar, que dentro das famílias de hoje e, apesar de todos os condicionalismos, houvesse tempo para se trabalharem afectos e formar a moral. Essas coisas são tão imprescindíveis nas crianças como o chapelito na cabeça, em dias de sol. O problema reside na falta de tempo dos progenitores, pois na Escola não há consentimento para tal. Não quero acreditar que o mundo queira crianças criadas ao Deus dará. E muito menos acredito que a alma das crianças não exista. Porque existe e porque tem que ser limada e burilada é que eu acho enorme a necessidade da formação moral e do trabalho dos afectos. Uma condição essencial para, é o exemplo de vivência familiar.
- Estou a ouvir os meus leitores - "É tudo lindíssimo em papel, mas na prática ... "
E é verdade o célebre ditado "´... faz como ele diz mas não como ele faz ... "
E vou-me andando que nada resolvo. Tudo fica e ficará na mesma. Nem sequer é "água mole".

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